Transcrição Ex Libris – S01e02

[Comportamento Humano] – O “cerumano” e seu meio carbonífero

Quando ações de um governo que não está nem aí para a questão ambiental panfleta uma vida melhor para seus cidadão e conquista corações e mentes. 

Olá, eu sou Sérgio Vieira e este é o episódio nº 2 da primeira temporada do Ex-Libris, um podcast rápido e ligeiro sobre Política, Comportamento Humano, Ciência, Tecnologia e Cultura. A cada episódio um tema.

Seja bem vindo e espero que tenha gostado do estilo e formato do Ex-Libris, aguardo comentários e emails sobre este spin-off do Impressões Digitais que volta já já, agora no endereço idigitais.com. Se você quiser e usar o aplicativo Anchor.fm assinale lá este podcast.

Assim você pode enviar comentário em áudio, dar um joinha – no caso palmas – para o episódio. Você já pode assinar o podcast lá no iTunes. Assim que estiver disponível no Google Podcast e em outras plataformas eu aviso. Se quiser basta copiar o rss disponível no idigitais.com e colar em seu agregador de podcasts.

A partir de agora o Ex-Libris sobre Comportamento Humano de 21 de set de 2018 começou

E não é que o Trump reverteu as regras de poluição que Obama apresentou?

Para especialistas esta reversão do que havia sido proposto (mas ainda não implementado) atingirá de forma bastante negativa a saúde da população norte-americana.

Não sei porque mas, não me surpreendi quando soube que o presidente Donald Trump escolheu o estado de West Virgínia, ou melhor Virgínia Ocidental – região carbonífera dos EUA – para anunciar dia 21 de agosto agora o seu plano de controle de poluição para as termelétricas movidas a carvão. Plano esse que reduz as exigências contidas num plano apresentado em 2015 pela administração Obama, e que até hoje tá enrolado em questões jurídicas.

O Plano de Energia Limpa de Obama visava o dióxido de carbono, que altera o clima, mas como o carvão é a maior fonte de dióxido de carbono dos combustíveis fósseis, o plano do Obama também restringe as emissões nocivas das usinas termelétricas a carvão.

Como um bom político, no seu discurso na Virgínia Ocidental Trump teceu loas e boas ao SEU projeto e deixou uma coisinha de fora de suas declarações: o provável aumento de mortes e doenças devido ao retrocesso contido nesta regulamentação.

Os controles para mitigar as emissões, para a despoluição do ar, desde a década de 1980 praticamente extinguiram as nuvens de fuligem negra que costumavam subir das chaminés das termelétricas da Virgínia Ocidental e na Pensilvânia. Os regulamentos reduziram substancialmente as taxas de mortalidade nos arredores das minas e das termelétricas. 

Atualmente, os poluentes se elevam das chaminés como gases, carregados de finas partículas – ainda invisíveis – pequenas o bastante para passar pelos pulmões e chegar à corrente sanguínea. E aí que a coisa pega.

Um estudo da Agência de Proteção Ambiental norte-americana (EPA) diz que esses poluentes gasosos e particulados aumentariam com o plano de Trump, se comparado com o plano do Obama. E isso, diz a EPA, levaria a mais ataques cardíacos, asma e outras doenças.

Nacionalmente, a EPA diz que a nº de mortes causadas  por esta doenças serão acrescidas de 350 a 1.500 mortes a cada ano sob o plano de Trump. Mas é o norte de Virgínia Ocidental e parte da vizinha Pensilvânia as aéreas que serão mais atingidas.

Um minerador de carvão que exerce sua profissão há 35 anos não se intimida quando ouve este tipo de alerta –  logo após o comício do Trump o mineiro afirmou que:

A última coisa que as pessoas da região querem é que o governo imponha mais controles ao carvão – e o ar aqui nas montanhas da Virgínia Ocidental parece muito bom… Pessoas vieram aqui e nos disseram o que precisávamos. Nós sabemos o que precisamos. Precisamos de um emprego

Complementou o habitante da pequena cidade da região carbonífera que fica  entre duas minas de carvão e a 12 km de uma usina termelétrica movida a carvão.

Eu jurava que só por aqui na terrinha a gente tinha eleitor deste tipo.

Ainda pela EPA a proposta de Trump mataria de 1 a 2 pessoas a mais por ano para cada 100 mil nas áreas mais atingidas, sempre em comparação com o plano anterior do Obama que anda encalhado na Justiça. Para 1 milhão e oitocentas mil pessoas da Virgínia Ocidental isso daria pelo menos doze mortes a mais por ano.

O administrador da EPA, Andrew Wheeler, um ex-lobista do carvão… 

Eu sabia! A turma do Trump fez estágio aqui no Brasil, só pode…

Voltando… desculpe eu me empolguei, então… Andrew Wheeler, ex-lobista do mercado de carvão – insisto em repetir o cargo anterior –  cujo avô trabalhou nas minas da Virgínia Ocidental, foi para mesma região promover o plano do Trump. Lá ele afirmou que “o recuo do governo federal em regular a poluição causada por usinas elétricas a carvão foi uma boa ideia”.

Em Washington, o porta-voz da EPA, Michael Abboud, disse que este novo plano resultará em “reduções  dramáticas” de emissões, mortes e doenças comparando com a situação atual. 

Como bom porta-voz político, ele nem cogita em comparar o impacto com o plano proposto por Obama. 

A cerca de 160 quilômetros ao sul de Grant Town, perto de Charleston a capital da Virgínia Ocidental, uma lojista diz sorridente: 

Se Trump acha que seu plano é melhor, isso é bom o suficiente para mim. Eu apenas sei disso. Eu gosto de Donald Trump e acho que ele está fazendo a coisa certa.

A lojista demonstrou todo seu apoio a Trump no comício do dia 21 de agosto. Ela mora a oito quilômetros da usina termelétrica a carvão John Amos de quase 3 Gigawatts de potência.

O plano de Trump, dentre outros aspectos, cede aos Estados grande parte da supervisão – hoje federal – das usinas a carvão existentes. Estes mesmos Estados,  individualmente, irão decidir o que e quanto regular nas suas termelétricas. 

O plano está aberto para revisão pública, antes de qualquer decisão final da Casa Branca.

O porta-voz da EPA, Michael Abboud, e a porta-voz Ashley Bourke, da Associação Nacional de Mineração, que também apóia – ora veja – a reversão regulatória proposta por Trump, disseram que outros programas federais já regulam as emissões nocivas das usinas a carvão. Bourke também argumentou que os estudos de saúde que a EPA usou em suas projeções datam da década de 1970, quando as usinas eram muito mais “sujas”.

Em resposta, Conrad Schneider, da organização ambiental sem fins lucrativos Clean Air Task Force – que analisa as projeções da EPA para este caso – , disse que as estimativas de mortes do estudo da Agência levaram em conta a regulamentação existente sobre as emissões das usinas. 

Além disso, estudos de saúde usados ​​analisaram níveis específicos de exposição a poluentes e seu impacto na saúde humana, por isso permanecem constantes ao longo do tempo. Ou seja, se alguém morria exposto a certo nível de um poluente em 1970, nos dias de hoje você nas mesmas condições morreria.

No comício de 21 de agosto na Virginia Ocidental, Trump ainda soltou essa:

Estou me livrando de algumas dessas regras e regulamentos ridículos, que estão matando nossas empresas … e nossos empregos.

Certinho Trump… certinho.

 

O Ex-Libris, spin-off do Impressões Digitais, o podcast rápido e ligeiro sobre Comportamento Humano, acabou.

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Você poderia ainda ajudar o Ex-Libris dando umas estrelinhas lá no iTunes. Isso ajuda e muito a manter este podcast.

Saúde, paz, grato pela companhia e até a próxima

Ex-Libris, inteligência com propriedade…

S01e02 – Comportamento Humano

s01e02 Trump Digs Coal

O “cerumano” e seu meio carbonífero

Quando ações de um governo que não está nem aí para a questão ambiental panfleta uma vida melhor para seus cidadão e conquista corações e mentes. 

Ex-Libris (spin-off do Podcast Impressões Digitais), um podcast rápido e ligeiro sobre Política, Comportamento Humano, Ciência, Tecnologia e Cultura. A cada episódio um destes temas.

transcrição – clique aqui

Transcrição Ex-Libris – S01e01

Programa de governo? Não! De candidatos.

Olá, eu sou Sérgio Vieira e este é o 1º episódio da 1ª temporada do Ex-Libris, um podcast rápido e ligeiro sobre Política, Comportamento Humano, Ciência, Tecnologia e Cultura. A cada episódio um tema.

Seja bem vindo e espero que goste do estilo e formato do Ex-Libris, aguardo comentários e emails sobre este spin-off do Impressões Digitais que volta já já, agora no endereço idigitais.com – pois é, não existe mais o endereço impressões.vocepod.com…

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A partir de agora o Ex-Libris sobre Política de 18 de set de 2018 começou.

 

Acompanhando discussões em mídias tradicionais e até em podcasts sobre as diferenças e igualdades de programas de governo de candidatos majoritários à presidência da “res publica” brasileirinha… me pego levantando o cenho (pesquisem garotos eu não vou explicar), ou melhor, o próprio tema PROGRAMAS DE GOVERNO me causa espécie…

Primeiramente, jamais ouvi alguém difundindo ou, ao menos, discutindo Programa de Governo de candidatos à governança da unidade federativa, e antes que alguém diga que isso não é importante lembro que só aqui em SP somos 45 milhões de almas acorrentadas ao PSDB desde 1995.

<parênteses>
(até parece o PRI – Partido Revolucionário Institucional do México que ficou quase um século no poder… na realidade, e conferindo aqui, de 1929 a 2000 – hummm… desde já aviso: nunca confie muito nas informações que a gente recebe e vai passando, assim sem mais nem menos… a idade começa a pesar, ela cobra seu tempo e não dá p’ra ficar pesquisando tudo… e a memória já é aquela grande coisa não. O Google também não é dos mais confiáveis. Assim…
< fecho o parênteses>

e de volta ao roteiro…

Complementando este primeiro item: Somos 45 milhões aqui em SP, somos apenas 577 mil habitantes em Roraima. Esta é a defasagem entre – o mais populoso e o menos populoso dos estados brasileiros – coisa de 44,5 milhões de pessoas (por curiosidade a soma das populações de Minas Gerais, Rio de Janeiro e Bahia – os outros 3 estados mais populosos do país além de São Paulo: dá algo como 53 milhões).

Esta quantificação extratificada demonstra nossas múltiplas realidades – o pior é que os 4 maiores estados da União Federativa são quase 50% do país. Lembrando que a maioria dos estados são áreas de domínio das mesmas catervas familiares há décadas, se não séculos.

Tem um deputado federal de Barbacena, lá em Minas Gerais, que está em seu décimo (isso mesmo) décimo mandato – 40 anos na Câmara… já deve ter placa de patrimônio da União no traseiro. Ele começou sua vida política em 1954… vocês devem ter ouvido falar muito dele, né?! Seu nome é Bonifácio José Tamm de Andrada, 88 anos, descendente de José Bonifácio de Andrada e Silva. A prole já está devidamente enfronhada em assembléias, judiciários.

Em segundo lugar, me arrepia a nuca, quando percebo que o primeiro item aqui abordado está completamente comprometido.
Pois, como explicar que o ex-alcaide oportunista de São Paulo que – há poucos meses – num rompante abandonou o cargo após ser fervorosamente eleito no 1º turno, ‘tá agora posando de salvador do Estado (afinal ele é gestor, ele não é político – como cansa de afirmar).

O gestor em pauta, rasgou seu contrato (literalmente), tripudiou os próprios parceiros de partido e tocou um sonoro “dane-se” para os habitantes da capital de São Paulo. Tal qual outro prócer da turma que alardeia “me elege. me elege… que vou abandonar o cargo assim que der pra abiscoitar mais uma graninha ali”… sim, aquele ex-candidato à presidência, que não resiste a uma bolinha de papel na cabeça, e que sem eira nem beira voltou ao país em (19)79, mas fez sua filha uma empresária milionária antes dela completar 30 anos.

Tenho certeza que este animal… político não compreende o que significa – moralmente – ser eleito para um cargo público de tal magnitude e a obrigação intrínseca imposta pela regra democrática; mesmo que admitamos de forma machista a justificativa feita por ele comparando o abandono do cargo eletivo (um contrato social legal e moral múltiplo) a um casamento que não deu certo (um contrato social e emocional entre apenas 2 partes).

Não podemos esquecer que tal sujeito é useiro e vezeiro de apropriação indébita de dinheiros e de próprio público, e pra completar, caloteiro de impostos contumaz, como a justiça decretou em processos transitados em julgado.

Só um idiota de primeira ordem elege um boçal deste calibre a um cargo executivo (o boçal de calibre maior, nato por natureza, não é pauta deste episódio do Ex-Libris).

Desprezando os dois primeiros pontos, e analisando os atuais programas de governo de candidatos à presidência temos uma situação patética, se não patológica. Nota-se que em quase sua totalidade eles não passam de um blá-blá-blá-blá sem substância, ou como diria o FHC – em seu tupi-guarani fluente – um nhe-nhe-nhém.

Para se extrair algo definitivo destes pífios planos de marketing executados por obrigação legal – apenas dirigidos aos financiadores de campanha e para a conquista de votos (vide plano e discurso de ações de governo da Dilma em 2013) – são necessárias altas doses de inventividade interpretativa. Percebe-se nestes apenas traços de planos de Poder, nunca de plano de Nação. Quando muito uma ideia ou outra aqui e ali.

Como exemplo de como é tratado tal documento – exigido para inscrição como candidato – no Plano de Governo do PSDB para a presidência há apenas 2 – eu disse dois! – parágrafos sobre suas ações relativas às relações exteriores, onde nada é novidade ou merece algo além de um muxoxo. Abre o olho Itamaraty.

Por fim, e de modo sintético… nunca vi um programa de governo (desde 1989) definir um único e sequer voto.

Eles fingem que pagam e a gente finge que joga, né Vampeta?

 

O Ex-Libris, spin-off do Impressões Digitais, o podcast rápido e ligeiro sobre Política, acabou. Se você gostou do Ex-Libris faça como a AMB3 Gestão Ambiental, ajude este podcaster a divulgá-lo e a mantê-lo, lá no site idigitais.com você tem mais detalhes sobre como pode fazer isso. Você poderia ainda ajudar o Ex-Libris dando umas estrelinhas lá no iTunes.

Saúde, paz, grato pela companhia e até a próxima.

Ex-Libris, inteligência com propriedade.

S01e01 – Política

s01e01 gov program

Programas de governo? Não! De candidatos.

O que são? Qual a serventia? Quem os faz? Quem os lê? Quem os seguem? Uma opinião célere que objetiva provocar sua análise.

Ex-Libris (spin-off do Podcast Impressões Digitais), um podcast rápido e ligeiro sobre Política, Comportamento Humano, Ciência, Tecnologia e Cultura. A cada episódio um destes temas.

transcrição – clique aqui

Transcrição Ex Libris – S01e00

Ex- Libris, o que é

Olá, eu sou Sérgio Vieira e este é o Ex-Libris, o spin-off do Podcast Impressões Digitais que ainda está sendo, lentamente recuperado…

O Ex-Libris é um podcast rápido e ligeiro sobre Política, Comportamento Humano, Ciência, Tecnologia e Cultura. A cada episódio abordarei rapidamente um destes temas.

Como eu já disse o Impressões Digitais irá voltar em breve – vários problemas técnicos nas últimas semanas atrasaram tudo… ainda estou  corrigindo – na mão – um monte de falhas.  Basicamente perdi o backup do DataBase, do SQL lá (quem tem um não tem nenhum lembre-se, sempre!) e não teve jeito… tá dando um trabalhão danado.

Agora falta pouco para ao menos reconstituir 13 anos de podcast… na realidade 10 anos, já que tive duas paradas bem longas. E ajeitar uma solução barata de hospedagem dos mp3 (o idigitais.com eu já corrigi “marromeno” e ‘tá na rede sem os áudios). 

É… se tudo der certo, já já o Impressões Digitais volta, prometo.

Mas… então… para não perder o jeito eu decidi criar este spin-off e testar a agilidade tecnológica disponível hoje.

Estou usando como base para produção do Ex-Libris o Anchor.fm, que em tupiniquim castiço a gente soletra assim a-n-c-h-o-r ponto fm – um aplicativozinho ducapeta, bastante ágil para produtores e que permite uma interação bacana com os assinantes. Se você quiser acesse lá anchor.fm/exlibris (tudo junto) ou instale o aplicativo em seu celular e se divirta.

Os links para os episódios deste podcast eu vou publicar também – em um futuro próximo – no site idigitais.com (pronto, acabei de arrumar mais sarna pra me coçar, mas tudo bem…). Se quiser enviar um comentário você pode usar o email idigitais.com ou o aplicativo Anchor.fm… sem problemas. E claro, o Ex-Libris vai estar sim no iTunes e no Google Podcast.

Então, fique à vontade para questionar, jogar confete, aplaudir, fazer propostas indecorosas ou espinafrar este podcaster.

Ah, sim…- já tava esquecendo – Explicando o que é ex-líbris… (Assim vc não perde tempo abrindo o Google). Ex-libris é basicamente latim… na realidade um substantivo masculino que significa vinheta desenhada ou impressa que as pessoas colam ou carimbam geralmente na contracapa de um livro, onde tem o nome ou a divisa, o selo da pessoa e que serve para indicar posse.

Antigamente possuir livros era extremamente caro, fortunas e influência intelectual eram medidas pelo tamanho da biblioteca da casa do nobre, ou do preclaro deputado lá de Brasília, mesmo que este nunca tivesse lido mais que 3 ou 4 obras do seu acervo.

ETIMOLOGICAMENTE, ou seja de onde se origina: ex libris é uma locução latina, composta pela preposição ex do ablativo ‘dentre’ – ablativo é uma declinação do latim onde as palavras indicam circunstâncias (de instrumento, de afastamento, de origem, de matéria etc.) e do substantivo libris ablativo plural de livro em latim.

Então, ex-libris significa: livro [de] / livro [pertencente a]

Ok, isto aqui é um podcast, mas quem disse que não é um livro?

Pronto, o recado foi dado, espero você no próximo episódio já na semana que vem

Saúde, paz, grato pela companhia e até a próxima.

Ex-Libris, inteligência com propriedade.

S01e00 – Ex-Libris, o que é

exlibris logotype

O Ex-Libris é um podcast rápido e ligeiro sobre Política, Comportamento Humano, Ciência, Tecnologia e Cultura.

A cada episódio abordarei rapidamente um destes temas.

Estou usando como base para produção do Ex-Libris o aplicativo Anchor.fm, uma ferramenta bastante ágil para produtores e que permite uma interação bacana com os assinantes.

transcrição – clique aqui

AVISO IMPORTANTE 2

Ok,  todos os áudios foram recuperados e organizados, preciso apenas subir estes arquivos para o servidor definitivo e implementar os links de cada podcast para seus respectivos arquivos mp3. A parte de texto aqui foi toda recuperada.  Falta pouco.

Como não dá pra esperar decidi lançar um spin-off do Impressões Digitais agora dia 18/set  – o Ex-Libris (dá uma olhadinha na página dele aqui no Digitais.com eu publiquei o episódio S01e00 onde eu falo sobre o que é o Ex-Libris). Se der tudo certo eu vou conseguir uma frequência decente.

Por enquanto é isso.

 

AVISO IMPORTANTE 1

O site ainda está sendo remontado paulatinamente, pois devido a um equívoco gigantesco deste que digita – e fez tudinho no ID desde dez/2005 – boa parte do site se perdeu (fundamentalmente parte do DB do WP). Tenho todos os áudios e graças ao WebArchive consegui a parte – em texto –  do que faltava (não sei se consigo reconstruir os comentários). Tenho alguns bons dias de trabalho insano só para reconstituir o passado. Só então conseguirei produzir os novos episódios da 12ª temporada (sim são 14 anos, mas eu publiquei de 2005 a 2015), 2016 e 2017 passaram em branco. Até breve e aguardo sua companhia.

Ah sim… não tente clicar nos links dos posts publicados… quase nada está funcional. 

I Dig it edição Especial 006

Hoje é dia de Podcast Impressões Digitais Especial em sua 6a. edição gravada em 27 de dezembro do ano gregoriano de 2015.

A beira-mar (só pra manter o ruído de fundo dos primeiros episódios) eu comemoro uma década produzindo, roteirizando, gravando, editando distribuindo o Impressões Digitais . 

E nada melhor que comemorar com música:

I Dig it edição Especial 006 (playlist)

  • Whisky A Go Go – Johnny Rivers
  • Born On The Bayou – Credence Clearwater Revival
  • Boom Boom – John Lee Hooker
  • Further On (Up The Road) – Johnny Cash
  • Money For Nothing – Danni Carlos
  • One Bourbon, One Scotch, One Beer – John Lee Hooker
  • St. Louis Blues – Herbie Hancock e Steve Wonder
  • Turtle Blues – Janis Joplin

Aproveito e aviso sobre o fim do Impressões Digitais nos servidores do Eddie Silva – vodepod.com e os devidos agradecimentos aos assinantes dos 136 episódios – até aqui – do PODCAST IMPRESSÕES DIGITAIS.

Por hoje é só, o Impressões Digitais em sua versão de 27 de Dezembro de 2015 (há exatos 10 anos de seu 1º episódio) acabou.

… qualquer hora, dia, ano eu volto.

Saúde, paz, até a próxima e grato, sinceramente grato pela companhia

email: [email protected] – twitter: @idigitais_REAL

LogEntry – I Dig it edição Especial 006:: Mais informações e LINKS

I Dig it 102

Hoje tem Podcast Impressões Digitais em sua versão LongPlay, edição nº 102 (#032)

I Dig it 102 v. LP 032 (playlist)

  • “Será” – Las Pelotas
  • “Estadio azteca” – Andrés Calamaro
  • ”Crimen” – Gustavo Cerati
  • “Spaghetti del rock” – Divididos
  • “Los calientes” – Babasónicos
  • “Juntos a la par” – Pappo
  • “Y lo que quiero es que pises sin el suelo” – Catupecu Machu
  • “Un osito de peluche de Taiwán” – Los Auténticos Decadentes

Background: Vieja (Ranchera) – The Anglo-Argentine Jazz Quartet (album – Live at Red Rose)

email: [email protected] – twitter: @idigitais_REAL

LogEntry – I Dig it 102:: Mais informações e LINKS